isso não pode ser normal…. mas parece que ele acendeu algo…. aquele algo que eu sabia que estava por vim- eu acho que é isso…
volta sra.Hylnara! 21/05/2012
Tem momentos na vida que parece que toda a coragem que tinhamos construido se esvai… são nos momentos pré fantásticos. Tenho medo de falhar, tenho medo que tudo desabe e eu não tenha forçar para suporto. É agora ou nunca-eu acho. Eu sinto que o instante mais importante está tão próximo e eu ainda estou tão verde e imatura. Tenho medo que eu realmente não seja o que o mundo procura, mas eis-me aqui para fazer o melhor que eu posso. Com todas as minhas forças, com todo o meu corpo,com toda minha voz e energia. Eu quero ir, eu vou se for possível, pq se me for impossível procurarei outro caminho, que também seja digno e abençoado. Peço graça, é tudo que eu peço pq o mais não sei pedir. Deus, se vc realmente existe em algo lugar não me deixe fraquejar, preciso de toda a coragem e força que um dia você me presentou. Estou aqui, eis-me aqui. Se vc entende o quanto é importante para mim que as coisas aconteçam da melhor maneira peço que me encha de sua graça, faça resplandecer em minha face em meus atos e palavras a tua graça, a tua força o teu amor e sabedoria!
Peço e imploro, dai-me a tua graça. É chegado o momento em que tudo pode mudar, e somente assim eu começarei a entender o pq de querer estar tão plena e integre ao meu amor de vida que é ser atriz!!!
Dai-me graça e o teu amor, eu te peço mesmo sem merecer. Mas um dia eu ouvi minha mãe falar que se eu batesse na tua porta…ela se abriria. Eu te peço que permita que aquele que o Senhor abençõou com esse dom de abrir portas de oportunidade possa receber de ti a chave dessa porta de entrada para aquilo que tenho sonhado tanto.
Me desculpe, mas é sério eu amo muito o que faço e as pessoas que também tem contribuido tanto para esta industria. É amor, e eu não queria amar assim, mas eu amo. Peço que perdoe, mas que seja compreensivo.
Eu acho que vc existe, e como existe. Bjos…
Pai,
Hylnara Anny.
quuadrradoss 22/04/2012
Elementos que objetizados se tornam coisas humanamente com sentido e signos outros. Parar e ouvir o silêncio e as diversas falas do corpo que querem ser realmente ações. Com-Posições.
*Verticalidades de pessoas horizontais. Corpos que se encontram numa dança da repetição dos passos. Linhas que vão formados caminhos, mas que na real ninguém segue. Mas,atravessa. Corpos grandes e um corpo pequeno, mas há uma sutileza no seu menor estado. Na confusão dos passos que não seguem linha, ela permanece potente no seu conteúdo. Até que cala e se retira. E a desordem organizada dos grandes corpos pesquisam como convergir para um choque real e propulsor para Com-Por. Por Com. mRcOOp. Cair para o fora e linhas apenas restar.
* Cair de palavras. Horizontiar a vida amarrada a cada um com suas fitas marrons. Ver o outro e deixar que o corpo suporte. Ir além do peso e da fala que fala a fala de quem a ouviu falar. Pés que se desnudam e mãos que viram pés aprisionados. Uma quarta pessoa, pq a primeira é lida. mOCHILAS. TEXTURAS-corpos-plasticidades-cores-cada um com suas fechaduras e amarrações-cada um com seu cada um de conteúdo e segredos. Maispés,maismãos, maismeias, maismarrons. Quebra de horizontalalidade. Uma quinta pessoa e uma segunda loira, pq a primeira é lida. A impossibilidade de falar a fala de quem fala o que ela não pode falar. A esculta. o quadrado. As ultimas duas pessoas. Jeremy e JRB. rsrsrsrskkkkkhahahahaharsrsrsrsrkkkkkkhahahahrsrsrsrs.
* Uma pessoa deitada com laços-cordas no vestido. Cabelos loiros como corda de barbante. Nós. Uma ideia de ir, fazer e sair. Indo se ficou com uma trança. O cuidado de não machucar e conseguir fazer mais laços-cordas. Alguém nos meus cabelos. outro nos outros cabelos.Um por um. Só. Uma liga só. Só um cabelo. Só uma trança amarela-preto do lado de fora do quadrado. Ligação. Abraço. Fim.
* Música. Camiseta de lã. Laço azul. Chaves. anéis. dinheiro. brincos. óculos. mais óculos. mais óculos. mais óculos. UMA IDENTIFICAÇÃO. outra música,tuststuts. Outros corpos com objetos. rETIRADAS E Reparações. óculos dançantes e folhas brancas que identificam. Outro som. cada identificação de óculos com sua música. Rasgadura de identificação. cONECÇão. Saídas. IDENTIFICAÇÃO OCULAR E SONORA. pc >>>>>>>>>>>vc. Vc>>>>>>>>>>> Pc>>>>>>>>>>C. {simplesmente SER}
a cidade 22/04/2012
Sentir novos sentidos. Voltar os olhares para lugares,pessoas. As pessoas voltando-se para você, os lugares te sentindo. Uma interferência. Perceber lugares de potência. Ser ação nestes lugares. O fazer trajetórias novas dá uma reviravolta na estabilidade até então esperada. Sexta-feira, 20 de abril, fui ao Mercado da Aerolândia e à outro chamado Mercado Central.
Correr. 20/03/2012
Quando os obstáculos são vistos por nossos humildes e simplórios olhos dá um medo danado. A reação é de querer parar, mas o sinal vai se abrir. Vai ficar tão verde como lindos pastos. E alguns são mais verdes e lindos. Dá vontade de continuar, por mais que já não se tenha fôlego. Por mais que a estrada ainda seja longe demais. É como se fosse uma corrida, onde o o preparo ainda não é o bastante, onde é melhor trabalhar com a exaustão pois é só o que se tem. Desta forma a trajetória parece mais curta e divertida. Dias em que dá dor, em que paramos e pensamos: ainda falta tanto. Mas ai me lembro de curtir o que estou fazendo no presente,pq nunca aquele dia vai se repetir, e talvez meu caminho fique mais feliz mais verde. Pode ser que todos os sinais estejam vermelhos, mas quem sabe no momento eles irão ser verdes e assim eu já esteja suficientemente contente por todos os treinos para esse momento.
Obrigada Pai, obrigada pela oportunidade de te amar e saber que sempre há pessoas que irão me ajudar a ir além do que as dores, os sinais vermelhos, e de tudo que já não me pertence enquanto haver força para viver o que me é proporcionada a cada amanhecer.
Miss,
iniciarte 19/03/2012
Nunca amamos alguém. Amamos, tão-somente, a idéia que fazemos de alguém. É a um conceito nosso – em suma, é nós mesmos- que amamos.
Isto é verdade em toda a escala do amor. No amor sexual buscamos um prazer nosso dado por intermédio de um corpo estranho. No amor diferente do sexual, buscamos um prazer nosso dado por intermédio de uma idéia nossa.(…)
As relações entre uma alma e outra, através de coisas tão incertas e divergentes como as palavras comuns e os gestos que se empreendem, são matéria de estranha complexidade. No próprio ato em que nos conhecemos, nos desconhecemos. Dizem os dois ‘amo-te’ ou pensam-no e sentem-no por troca, e cada uma quer dizer uma idéia diferente, uma vida diferente, até, porventura, uma cor ou um aroma diferente, na soma abstracta de impressões que constiui a atividade da alma. (…)
Clarice por Clarice 10
“Uma vez eu irei. Uma vez irei sozinha, sem minha alma dessa vez. O espírito, eu o terei entregue à família e aos amigos com recomendações. Não será difícil cuidar dele, exige pouco, às vezes se alimenta com jornais mesmo. Não será difícil levá-lo ao cinema, quando se vai. Minha alma eu a deixarei, qualquer animal a abrigará: serão férias em outra paisagem, olhando através de qualquer janela dita da alma, qualquer janela de olhos de gato ou de cão. De tigre, eu preferiria. Meu corpo, esse serei obrigada a levar. Mas dir-lhe-ei antes: vem comigo, como única valise, segue-me como um cão. E irei à frente, sozinha, finalmente cega para os erros do mundo, até que talvez encontre no ar algum bólide que me rebente. Não é a violência que eu procuro, mas uma força ainda não classificada mas que nem por isso deixará de existir no mínimo silêncio que se locomove. Nesse instante há muito que o sangue já terá desaparecido. Não sei como explicar que, sem alma, sem espírito, e um corpo morto — serei ainda eu, horrivelmente esperta. Mas dois e dois são quatro e isso é o contrário de uma solução, é beco sem saída, puro problema enrodilhado em si. Para voltar de ‘dois e dois são quatro’ é preciso voltar, fingir saudade, encontrar o espírito entregue aos amigos, e dizer: como você engordou! Satisfeita até o gargalo pelos seres que mais amo. Estou morrendo meu espírito, sinto isso, sinto…”
Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que por admiração se estava de boca entreaberta: eles respiravam de antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles.
Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles.
Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque – a sede é a graça, mas as águas são uma beleza de escuras – e ao toque brilhava o brilho da água deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração.
Como eles admiravam estarem juntos!
Até que tudo se transformou em não. Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que, estava ali, no entanto. No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbito exigentes e duros, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos.”
Estou desorganizada porque perdi o que não precisava? Nesta minha nova covardia – a covardia é o que de mais novo já me aconteceu, é a minha maior aventura, essa minha covardia é um campo tão amplo que só a grande coragem me leva a aceitá-la -, na minha nova covardia, que é como acordar de manhã na casa de um estrangeiro, não sei se terei coragem de simplesmente ir.
[b] É difícil perder-se. É tão difícil que provavelmente arrumarei depressa um modo de me achar, mesmo que achar-me seja de novo a mentira de que vivo. [/b] Até agora achar-me era já ter uma ideia de pessoa e nela me engastar: nessa pessoa organizada eu me encarnava, e nem mesmo sentia o grande esforço de construção que era viver. A idéia que eu fazia de pessoa vinha de minha terceira perna, daquela que me plantava no chão. Mas e agora? estarei mais livre?
Não. Sei que ainda não estou sentindo livremente, que de novo penso porque tenho por objetivo achar – e que por segurança chamarei de achar o momento em que encontrar um meio de saída. Por que não tenho coragem de apenas achar um meio de entrada? Oh, sei que entrei, sim. Mas assustei-me porque não sei para onde dá essa entrada. E nunca antes eu me havia deixado levar, a menos que soubesse para o quê.
Ontem, no entanto, perdi durante horas e horas a minha montagem humana. Se tiver coragem, eu me deixarei continuar perdida. [b] Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação. [/b]
Como é que se explica que o meu maior medo seja exatamente em relação: a ser? e no entanto não há outro caminho. Como se explica que o meu maior medo seja exatamente o de ir vivendo o que for sendo? como é que se explica que eu não tolere ver, só porque a vida não é o que eu pensava e sim outra como se antes eu tivesse sabido o que era! Por que é que ver é uma tal desorganização?
E uma desilusão. Mas desilusão de quê? se, sem ao menos sentir, eu mal devia estar tolerando minha organização apenas construída? Talvez desilusão seja o medo de não pertencer mais a um sistema. No entanto se deveria dizer
assim: ele está muito feliz porque finalmente foi desiludido. O que eu era antes não me era bom. Mas era desse não-bom que eu havia organizado o melhor: a
esperança. De meu próprio mal eu havia criado um bem futuro. O medo agora é que meu novo modo não faça sentido? Mas por que não me deixo guiar pelo que
for acontecendo? Terei que correr o sagrado risco do acaso. E substituirei o destino pela probabilidade.
já nem sei. qu… 18/03/2012
já nem sei. queria que fosse diferente a vida. mas acabo de descobrir que não sei viver. é difícil viver. vejoas pessoas que mais amei indo embora, estão me deixando. eufaço com que elas me deixem. tenho umgênio complicado, não consigo amar como os utros. eu ,tá doendo tanto perceber que estar vivo é isso: ver os outros irem e nã poder ir com eles. não poder gritar e pedir que não façam isso, sinto um vazio, sinto que é tarde. que é como meu primeiro beijo sem graça apenas com curiosidade no entanto, já não sei se tenho curiosidade para seguir. sei que está chegando um mal tempo para todods que … mas estou aqui.Infelizmente estou aqui. se lá se era isso queseria o melhor para mim. sei lá como seria se não tivesse fugido tanto para encontrar eles: os homens que mais me fizeram bem. sei lá. só sofro em não poder mais tê-los. se isso é vida, prefiro que acabe o quanto antes. não mereço ver todos indo de mim num flash. eu preciso deles mais do que nunca, e o que restam são sólembranças. e agora, e agora . não te tenho mais.